Ele Morreu Por Nós

Todo mundo já deve ter parado pra pensar na vida – se você ainda não fez isso, vai fazer depois desse post. Um dia, eu não tinha nada pra fazer (não é muito difícil eu não ter nada pra fazer, mas não sou tão desocupada assim) e resolvi pensar a respeito de coisas absurdas. Pensei sobre o tempo, pensei o quanto é estranho pensar no tempo, pensei sobre o céu e o quão lindo deve ser, pensei a respeito da morte e da vida. Depois de pensar em todas essas coisas, juntei tudo em uma só bola de pensamento… Quase choro.
Pensar na vida e na sua efemeridade, faz-nos pensar no que estamos fazendo dela. Será que estou aproveitando o máximo que eu posso aqui? Bem, a resposta deverá ser diferente para cada um, mas a minha foi: não, não estou vivendo a minha vida de acordo com a vontade de Deus, então não estou aproveitando o máximo dela. Ao pensar na vida, eu pensei em todas as coisas supérfluas que fiz e faço até hoje, não que sejam pecado, mas elas me tiram o tempo que eu tenho pra fazer algo mais importante, como ler a Bíblia, orar ou evangelizar.

“Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam” (1 Coríntios: 10:23)

Sou cristã, mas tenho amigos não cristãos. Olho para a vida deles e tento me imaginar vivendo daquele jeito e, honestamente, não suporto. Eu conheço a Cristo, sei o que Ele fez por mim, então não aguentaria pensar que estaria rejeitando o sacrifício dEle para viver minha vida do jeito que eu bem entendesse. Mas o que eu ainda não tinha percebido era: eu muitas vezes rejeito o sacrifício de Cristo também.

Ser cristão não nos isenta de pecar. Não estou dizendo que “Ah, se vamos pecar de qualquer jeito, vamos pecar, né? Não há nada que possamos fazer”, DE JEITO ALGUM. Estou dizendo que temos uma natureza caída, o pecado está no nosso coração, MAS (há um grande porém aí…) Cristo já morreu por eles.

“Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nos mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo,  – pela graça sois salvos” (Efésios 2:4-5)

O pecado na vida da nova criatura deve ser acidente e não recorrente.

“Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante? De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos? Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultadas com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela gloria do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua ressurreição, sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morreu esta justificado do pecado” (Romanos 6:1-7)

“Porque vos, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor” (Galatas 5:13)

Jesus já nos libertou da escravidão do pecado, não temos mais que deitar e rolar no lodaçal do pecado, Ele nos lavou no Seu sangue e nos chamou de Seus. Somos dEle e não dele. Fomos feitos servos de Deus e não mais prisioneiros do diabo. 

“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31)

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